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O Impacto da Política no Futebol Tricordiano

A situação em Três Corações é um verdadeiro paradoxo. Enquanto a cidade se orgulha de ser o berço do Rei Pelé, uma figura icônica do futebol mundial, os líderes locais parecem estar dando as costas para o esporte que mais mobiliza e une os cidadãos Tricordianos. É intrigante ver como a Câmara de Vereadores, que deveria ser a voz do povo, parece estar mais alinhada com os interesses do Executivo do que com as paixões e necessidades da população.

A falta de apoio ao futebol, especialmente em uma cidade onde ele é parte tão intrínseca da identidade cultural, soa como uma desconexão preocupante entre os representantes e os representados. Os cidadãos Tricordianos, que elegeram esses vereadores para defender seus interesses, podem se sentir traídos por essa postura que parece priorizar outros interesses em detrimento do esporte que tanto amam.

Essa situação levanta questões importantes sobre a representação política e a priorização das políticas públicas. Será que os líderes locais estão ouvindo a voz do povo ou estão seguindo uma agenda própria? Como ficará o futuro do esporte em Três Corações se o apoio não for devidamente direcionado e mantido? Essas são perguntas e preocupações que certamente pairam sobre a cabeça dos cidadãos Tricordianos enquanto observam o desenrolar dessa situação sinistra que acontece na política da cidade.

Participação de Edivaldo Moreira e Donizete Barbosa no lance. (Opera nas Redes Sociais da mídia Pouso Alegrense.)

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Uma resposta para “O Impacto da Política no Futebol Tricordiano”.

  1. Avatar de Mauricio de Oliveira Rodrigues
    Mauricio de Oliveira Rodrigues

    “A nossa Constituição é clara: proteger o patrimônio cultural é responsabilidade de todos nós. Mas fica a pergunta: cadê a força do nosso povo? Cadê os amantes do futebol da nossa cidade? No dia da votação na Câmara, o que vi foi um silêncio preocupante de quem antes lotava as arquibancadas. Nas redes sociais, a mobilização também foi mínima. Precisamos de liderança e de união para que o Estádio Municipal não seja vendido e desapareça da nossa história. Ainda dá tempo de agir!”

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